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O Algo que Se Foi


Por: Rogério Luís da Rocha Seixas
Data: 02/03/2026
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Caros e caríssimas leitores(as). Creio que é muito comum pensarmos e afirmarmos, principalmente quem não passou por situações difíceis: “Ah! Antes era bem melhor! Esta interjeição, demarca um saudosismo mediante a algo que se foi. Algo tanto negativo quanto positivo. Sofrido ou não. Seja como for, o algo que se foi é interpretado enquanto condição de ter passado e sumido.  Porém se assim for, por qual motivo o algo que se foi, permanece presente? Alguns dirão que é devido ao que se denomina consciência. Outros denominarão de memória. Seja como for, penso que somos seres de lembranças, com certa dificuldade de esquecer. O que pode ser bom ou não, dependendo da forma como lidamos com o aquilo que se foi, mas que permanece em nós. Reconhecendo que este faz parte da finitude humana, transformando o algo que se foi em reflexão sobre a vida autêntica. Vivida olhando-se para frente, sugerindo que o passado por mais que se faça presente, deve ser compreendido como material para valorizar o agora e dar sentido a nossa existência.

Rogério Luís da Rocha Seixas

Rogério Luís da Rocha Seixas é Biólogo e Filósofo Docente em Filosofia, Direitos Humanos e Racismo Pesquisador do Grupo Bildung/IFPR e-mail: rogeriosrjb@gmail.com


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