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O Envelhecer


Por: Rogério Luís da Rocha Seixas
Data: 23/03/2026
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Caros e Caríssimas leitores(as). Destaco em nossa nova exposição de ideias e assim desenvolver nossa reflexão sobre um tema aparentemente banal, perspectiva que discordo, pois, a questão do envelhecer não é banal, mas sim banalizada. Também não pode ser limitado a uma mera faixa etária ou destacar o idoso como inútil e meramente improdutivo. Penso que o envelhecer é o clímax de uma trajetória onde experimentamos diversas situações, passamos por diferentes tribulações e alcançamos vitórias. Pode-se observar o idoso que faz uma colheita final. Assim sendo, o envelhecer não é um fardo, como normalmente interpretamos e tratamos da questão.  O envelhecimento se expressa enquanto uma etapa valiosa e prazerosa da vida. Claro que com a técnica nas áreas de saúde e medicina, a longevidade expandiu-se. Porém, a questão não é necessariamente apenas orgânica, mas sim quanto a condição de ser idoso. O envelhecimento, enquanto sermos velhos, nos permite aceitar a finitude, não como um acabar-se, mas exercendo uma arte de viver bem, para morrer bem. Citando o filosofo grego Sêneca: “Apreciemos e amemos a velhice, pois é cheia de prazer se alguém sabe como usá-la. As frutas são mais bem-vindas quando maduras” (Carta 12: Sobre a Velhice)

Rogério Luís da Rocha Seixas

Rogério Luís da Rocha Seixas é Biólogo e Filósofo Docente em Filosofia, Direitos Humanos e Racismo Pesquisador do Grupo Bildung/IFPR e-mail: rogeriosrjb@gmail.com


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