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Jeito de ser no cotidiano


Por: Jorge Antonio Salem
Data: 12/03/2026
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Jeito, uma palavra que denota a maneira, o modo ou a aptidão de cada pessoa. E antes que alguém pergunte, “jeito” é com “J” de Jorge. Falo assim para que todos possam gravar bem essa informação.

Essa palavra tem muito a ver com o mês que estamos vivendo, um mês dedicado às mulheres. Mas não é somente para utilizar o que vamos conversar aqui no mês de março ou apenas para as mulheres. Esse assunto serve para todos. Quando falo na palavra “todos”, quero incluir aqueles que convivem conosco diariamente, como familiares, colegas de trabalho e amigos, mas também aqueles irmãos que encontramos pouco, talvez apenas em alguns momentos da vida.

O nosso mundo foi criado para que aprendamos a viver em comunidade. Esse é o jeito correto de viver. Se fosse o contrário, o Criador teria feito vários mundos e colocaria cada pessoa em um lugar diferente, vivendo de forma isolada. Mas não foi assim que aconteceu. Estamos todos aqui, dividindo espaços, histórias, alegrias e dificuldades.

Por isso, quando falamos em jeito de ser em nosso cotidiano, surge um questionamento importante: como o Criador gostaria que fosse o nosso comportamento? Qual seria o jeito ideal de vivermos nossa vida?

Se partirmos do princípio de que Ele é bom, de uma perfeição inigualável, e sabendo que nos fez à sua imagem e semelhança, acredito que no mínimo devamos procurar seguir o seu caminho. Um caminho de respeito, de bondade, de compreensão e de cuidado com o próximo.

Este artigo traz alguns questionamentos, pois ainda existem muitas coisas que não sabemos com absoluta certeza. Então continuamos perguntando: será que conseguiremos aprender tudo o que precisamos para sermos realmente bons? Será que a bondade que temos hoje já é suficiente?

É, meus caros leitores! Este artigo busca refletir sobre dúvidas que muitas pessoas também carregam em seus pensamentos. Mas, se lembrarmos do jeito que o Filho de nosso Criador viveu enquanto esteve entre nós, já teremos um excelente exemplo para seguir.

Muitos dirão que o mundo mudou nesses mais de dois mil anos desde que Ele esteve aqui. E de fato mudou em muitos aspectos. A tecnologia avançou, os costumes se transformaram e a forma de viver também sofreu alterações. Porém, uma coisa continua sendo essencial: a forma como tratamos as outras pessoas.

Na verdade, tivemos todo esse tempo para aprender a ter um jeito melhor de viver e de conviver com o próximo. E essa talvez seja uma das maiores lições que ainda precisamos praticar diariamente.

O que nos traz aqui hoje é a necessidade de sermos melhores a cada dia. Mas, como sempre digo, precisamos ser os melhores. Não os melhores do que os outros, mas sim os melhores para os outros.

E você, meu caro leitor, conhece alguém que precisa ter um jeito melhor de ser e de tratar as pessoas ao seu redor? Quem sabe este artigo possa abrir a mente e o coração dessa pessoa.

Peço então que compartilhem este artigo com muitas pessoas, pois ele poderá ajudar alguém a refletir e talvez até mudar o seu jeito de ser.

Também convido vocês a visitarem minhas redes sociais e as do Jornal Noroeste de Nova Esperança, para continuarmos conversando um pouco mais sobre esse assunto.

No final das contas, viver bem é também ajudar o outro a viver melhor.

Jorge Antonio Salem

vida cotidiana


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