Polícia Civil prende dois investigados por roubo e violência contra vítima em Nova Esperança
Homem de 51 anos teria sido atacado dentro da própria residência; após a subtração dos bens, investigados teriam ateado fogo na vítima, segundo a Polícia Civil.
A Polícia Civil cumpriu dois mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão nesta terça-feira (22), em Nova Esperança, com apoio da Polícia Militar – Foto divulgação/PCPR
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia de Nova Esperança, cumpriu nesta terça-feira (22) dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão domiciliar relacionados à investigação de um roubo qualificado ocorrido no município.
As diligências foram realizadas com apoio de equipes da Polícia Militar, por meio da RPA e da ROTAM. Dois homens, de 29 e 31 anos, foram localizados e presos durante a operação.
Segundo informações divulgadas pela PCPR, as investigações apontam que os dois homens teriam abordado uma vítima de 51 anos dentro da própria residência e subtraído aproximadamente R$ 500 em dinheiro, além de um aparelho celular, cartões bancários e documentos pessoais.
Ainda conforme a Polícia Civil, após a subtração dos bens, os investigados teriam ateado fogo na vítima. O homem sofreu queimaduras de segundo grau em aproximadamente 8% do corpo.
Diante da gravidade do caso e dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário pela decretação das prisões preventivas dos investigados e pela expedição de mandado de busca e apreensão domiciliar. As medidas foram deferidas pela Justiça e cumpridas nesta terça-feira.
Após serem presos, os dois investigados foram encaminhados para os procedimentos de polícia judiciária e permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou que a ação integra o trabalho de investigação e repressão a crimes graves, destacando a atuação conjunta com as demais forças de segurança pública.
Os homens são investigados pela prática de roubo qualificado. Como se trata de investigação em andamento, a condição de investigados não representa, por si só, condenação, cabendo à Justiça apreciar as acusações e as provas produzidas no processo. A PC não informou as identidades dos envolvidos.

