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Colecionadores entram em campo em busca das figurinhas que faltam para completar o álbum da Copa do Mundo


Por: Alex Fernandes França
Data: 18/06/2026
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Com a Copa do Mundo de 2026 já em andamento, a corrida pelas figurinhas mais difíceis movimenta pontos de vendas, grupos de troca e colecionadores transformando o álbum oficial em uma verdadeira paixão entre torcedores de todas as idades.

 A procura pelas figurinhas da Copa do Mundo de 2026 movimenta colecionadores, vendedores e grupos de troca, transformando o álbum oficial em uma das tradições mais populares do Mundial - (Joédson Alves/Agência Brasil)

Com a bola rolando nos gramados da Copa do Mundo de 2026, uma disputa paralela ganha força nas ruas, praças, bancas de revistas e redes sociais. Longe dos estádios, milhares de colecionadores vivem a emoção de completar o tradicional álbum de figurinhas do Mundial, um fenômeno que atravessa gerações e continua mobilizando crianças, jovens e adultos.

Em Nova Esperança e em diversas cidades da região, é comum encontrar grupos organizando encontros para troca de figurinhas repetidas. O objetivo é simples: encontrar aquelas peças consideradas raras ou que insistem em não aparecer nos pacotes adquiridos ao longo das últimas semanas.

A movimentação também aquece o comércio que registra aumento na procura pelos envelopes de figurinhas, enquanto vendedores e revendedores aproveitam a demanda para oferecer unidades avulsas, coleções completas e até serviços de troca. Em grupos de mensagens e redes sociais, anúncios de compra e venda são publicados diariamente, demonstrando que a paixão pelo colecionismo continua viva.

Para muitos torcedores, completar o álbum vai além de um passatempo. Trata-se de preservar uma tradição que acompanha cada edição da Copa do Mundo. O ritual de abrir os pacotes, descobrir novos jogadores e colar as figurinhas cria uma conexão especial com o maior evento do futebol mundial.

O colecionador nova-esperancense C.H.M, , de 42 anos, conta que começou a colecionar álbuns ainda na infância. “A cada Copa eu revivo a emoção de procurar as figurinhas que faltam. Hoje faço isso junto com meus filhos. É uma tradição que passa de geração para geração”, relata.

Já para o estudante L.F., de 13 anos, a diversão está nas trocas. “Tenho várias repetidas e gosto de encontrar outros colecionadores. Às vezes consigo três ou quatro figurinhas que faltavam em uma única troca”, comenta.

Especialistas em comportamento destacam que o sucesso dos álbuns está relacionado ao sentimento de pertencimento, ao desafio da coleção e à experiência social proporcionada pelas trocas. Em tempos cada vez mais digitais, o álbum físico continua oferecendo momentos de interação presencial e convivência entre pessoas de diferentes idades.

Enquanto as seleções disputam vagas nas fases decisivas da Copa do Mundo, colecionadores seguem enfrentando seus próprios desafios. Afinal, para muitos apaixonados pelo futebol, levantar o troféu pode ser tão emocionante quanto encontrar aquela última figurinha que falta para completar o álbum.

Brasil joga hoje

Enquanto colecionadores percorrem bancas, feiras de troca e grupos nas redes sociais em busca das figurinhas que faltam para completar o álbum oficial da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira também procura encaixar as peças ideais para conquistar sua primeira vitória no torneio. Após o empate na estreia diante do Marrocos, o técnico Carlo Ancelotti prepara ajustes na equipe para o confronto desta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. Jogadores que figuram entre os mais procurados pelos colecionadores, como Vinícius Júnior, Raphinha, Marquinhos e Alisson, devem estar entre os titulares. Já Neymar, uma das figurinhas mais valorizadas do álbum e um dos principais nomes do futebol brasileiro, segue em recuperação física e permanece fora da partida, aumentando a expectativa dos torcedores para seu retorno ao Mundial.


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