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Quase no meio do ano


Por: Jorge Antonio Salem
Data: 03/06/2026
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A pergunta que fica é: vocês já conseguiram cumprir pelo menos uma parte das promessas que fizeram no ano passado?

Sim, porque quando um ano termina e outro começa, é muito comum fazermos promessas e traçarmos metas. Alguns dizem que vão estudar mais. Outros prometem cuidar melhor da alimentação, emagrecer ou praticar atividades físicas regularmente. Há também aqueles que decidem economizar dinheiro, passar mais tempo com a família ou dedicar-se mais à espiritualidade.

Se eu fosse listar todas as promessas que costumamos fazer, este artigo ficaria longo demais. Afinal, cada pessoa tem seus próprios sonhos, desafios e objetivos.

E eu não posso me excluir desse grupo. Também faço minhas promessas, mesmo que muitas delas fiquem guardadas apenas em meus pensamentos. Aliás, são justamente os pensamentos e as lembranças que nos cobram depois. Confesso que uma das minhas metas era emagrecer. Porém, até agora, o resultado não foi exatamente o esperado. Em vez de perder alguns quilos, parece que ganhei outros tantos. Sobre conquistar uma barriga de tanquinho até o final do ano, acredito que ainda precisarei de muito esforço. Mas quem sabe? Se isso acontecer, prometo escrever um artigo contando a experiência e incentivando outras pessoas a fazerem o mesmo.

Na verdade, escrevo sobre esse assunto porque ainda há tempo. O ano não acabou. Temos vários meses pela frente e muitas oportunidades para retomar projetos que ficaram pelo caminho. Muitas vezes, desistimos cedo demais por acreditar que falhamos. No entanto, cada novo dia pode ser encarado como um recomeço.

Quando mencionei que escreveria sobre esse tema, alguém me perguntou: “Mas o que muda na sua vida se você cumprir uma promessa?”. Pensei por alguns instantes e respondi que talvez pudesse viver melhor. E não apenas eu. Muitas das mudanças que buscamos acabam beneficiando também as pessoas que convivem conosco.

Vamos pensar na promessa de estudar mais. Essa é muito comum entre jovens e adolescentes. Ao dedicar mais tempo aos estudos, aumentam-se as oportunidades de crescimento profissional e pessoal. Uma sociedade mais instruída tende a criar melhores condições de vida para todos. O desenvolvimento de um país passa, inevitavelmente, pela educação de seu povo.

Outra promessa bastante frequente é cuidar melhor da saúde. Quando adotamos hábitos mais saudáveis, praticamos exercícios físicos e nos alimentamos de forma equilibrada, aumentamos nossas chances de viver mais e com mais qualidade. Isso nos permite aproveitar melhor a companhia de familiares e amigos, além de realizar sonhos que dependem de disposição e bem-estar.

Muitas dessas promessas estão interligadas. Cuidar da saúde, estudar mais, organizar melhor o tempo ou cultivar bons relacionamentos são atitudes que produzem reflexos positivos em diversas áreas da vida.

Nós já somos abençoados por viver em um país de clima privilegiado, com inúmeras oportunidades para atividades ao ar livre e uma convivência social rica. Talvez esteja na hora de aproveitarmos melhor essas condições e transformarmos boas intenções em ações concretas.

Quem sabe, ao chegarmos ao final deste ano, possamos olhar para trás e perceber que, mesmo sem cumprir todas as promessas, demos alguns passos importantes em direção a uma vida melhor.

Caros leitores, essa reflexão não deve ficar restrita apenas a nós. Convido todos a compartilharem essa mensagem com familiares e amigos. Gostaria de saber de onde vocês acompanham esta coluna. Deixem seus comentários nas minhas redes sociais ou nas redes do Jornal Noroeste de Nova Esperança.

Jorge Antonio Salem

vida cotidiana


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