A Morte

Hoje vamos conversar sobre a morte.
Alguém aqui tem medo da morte?
Esse medo que a maioria aqui poderia responder que tem, esse não é propriamente de morrer. Mas, sim, medo do desconhecido. Jesus, que venceu a morte, não nos falou muito sobre como é morrer. Mas, muitas histórias são contadas no livro mais vendido e lido do Mundo, a Bíblia.
Hoje, terminei de ler um livro. Aliás, não li. Ouvi o áudio book, uma dessas escritas que falava sobre a morte. Mas, não é um manual de boa ou má morte. É um livro que conta a história de diversos filhos, pais, mães, esposos e esposas que tiveram um ou mais entes queridos que morreram. Esse livro fala da visão e sentimentos que essas pessoas tiveram. O nome do livro? É “Quando a morte chega em casa” produzido por Summus Editorial. São 17 capítulos com 13 histórias de famílias diferentes. Cada um conta os amores, as tristezas e ajudam aos outros que também passaram por isso, a continuar a sua vida.
Sempre a morte vem para todos. Não importa se são ricos ou pobres, velhos ou crianças, sadios ou doentes, não depende de condições. Mas isso estamos falando da morte natural, não aquela que foi provocada, quando falamos do suicídio. Aqui, vamos tratar do tempo que cada um de nós temos para viver.
Pessoas que fizeram projetos e que muitas vezes deixaram sem se cumprir. Casais que se amavam, mas esse convívio foi interrompido. Crianças, com uma vida inteira pela frente, mas que esse tempo aqui na Terra foi breve. Como enfrentar esse luto? Principalmente para as pessoas que são materialistas. Que não acreditam que a vida continua.
Quando o ser humano tem um princípio de espiritualidade, acredita que aqui é apenas uma passagem, uma viagem longa que fazemos, mas que a verdadeira vida está em outro plano, esse tem uma forma diferente de enfrentar esse pequeno período de nossa vida. E esse livro, que fala abertamente sobre as angústias que aquelas pessoas passaram, ajuda outros a enfrentar seus medos.
Já ouvi muitas pessoas falando sobre a morte de um ente querido e que com o passar do tempo essa dor, esse sentimento de tristeza pelo afastamento físico, um dia se transforma em saudades. Mas, daí eu pergunto: Quem disse que saudades também não dói?
Mas, não adianta ficar no desespero. Temos que enfrentar de forma madura e ter a consciência de que um dia tudo passa. Afinal, quantas pessoas já nasceram e morreram nesse mundo desde que foi criado? Quantos lutos já foram chorados?
Vamos procurar ser mais cristãos e ajudar aqueles que estão precisando de um ombro amigo. De uma conversa sincera. Sermos mais ouvidos e principalmente saber que um dia algum dos nossos entes queridos também irão partir.
O recado final é: Abrace mais, beije mais, converse mais esteja mais presente na vida de sua família.
Se este artigo fez sentido em sua vida, compartilhe com seus amigos. Caso tenha críticas ou sugestões, entre em contato comigo pelas redes sociais ou através do Jornal Noroeste. O diálogo é sempre bem-vindo, porque todos nós somos eternos aprendizes.

