A generic square placeholder image with rounded corners in a figure.


Setembro Amarelo: por que a saúde mental não é só pauta de RH


Por: Assessoria de Imprensa
Data: 11/09/2026
  • Compartilhar:

Diante do novo cenário regulatório da NR-1 e do aumento de afastamentos por saúde mental no Brasil, Heartfulness discute o papel da meditação como ferramenta de bem-estar corporativo

Foto: Shutterstock

No primeiro semestre de 2026, o Brasil registrou 232.382 afastamentos de atividades profissionais por transtornos mentais e comportamentais, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em 2025, o número de afastamentos por esse tipo de transtorno foi de 546.254, o que representa um recorde histórico - 15,7% acima de 2024 - e o quinto ano consecutivo de alta. Mulheres respondem por 63,5% dos casos, e ansiedade e episódios depressivos seguem como os diagnósticos que mais afastam trabalhadores no país.

Os números oscilam, mas o quadro estrutural não muda: saúde mental deixou de ser um tema de bem-estar corporativo "bonito de se ter" para se tornar uma questão de gestão de risco — e, agora, também de conformidade legal.

O que muda com a NR-1

Desde 26 de maio de 2026, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) tornou obrigatória, para todas as empresas com empregados em regime CLT, a identificação e o gerenciamento de fatores de risco psicossocial dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) — no mesmo patamar de exigência já aplicado a riscos físicos, químicos e ergonômicos. Na prática, isso significa que negligenciar a saúde mental no ambiente de trabalho passa a ter consequências jurídicas e trabalhistas concretas, não apenas reputacionais.

Onde entram as práticas contemplativas

Diante desse cenário, cresce o interesse de empresas por programas estruturados de bem-estar mental — e a meditação vem ganhando espaço como uma dessas ferramentas. Pesquisas científicas têm associado a prática regular da meditação a reduções mensuráveis em marcadores de estresse (como cortisol), melhora na qualidade do sono e maior regulação emocional. É importante frisar: meditação não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento profissional em saúde mental — mas pode ser um componente relevante dentro de uma estratégia mais ampla de prevenção e cuidado.

O convite do Setembro Amarelo

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) realiza a campanha Setembro Amarelo em todo o Brasil, com o intuito de conscientizar a sociedade sobre a prevenção do suicídio e promover o cuidado com a saúde mental.

A campanha nos lembra, todo ano, que falar sobre saúde mental salva vidas. Para as empresas, o desafio é ir além da conscientização pontual: transformar esse cuidado em política contínua, com dados, escuta ativa e ferramentas concretas — meditação incluída.

O Instituto Heartfulness oferece programas de meditação voltados a ambientes corporativos, com formação de instrutores e acompanhamento estruturado. Se sua empresa está avaliando como se adequar à nova realidade regulatória e, mais importante, como cuidar de verdade das pessoas — vamos conversar.

Sobre Heartfulness

Fundado em 1999, o Heartfulness Institute é uma organização sem fins lucrativos, com a missão de oferecer práticas simples e eficazes de relaxamento, meditação e tranquilidade interior para toda a humanidade. Conta com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). No Brasil, o Instituto Heartfulness de Meditação, com sede em São Paulo, possui centros de meditação em várias cidades. Entre as ações oferecidas estão atividades direcionadas para o público, escolas e empresas. Os workshops visam o autodesenvolvimento, o bem-estar físico e emocional, além de treinamentos de meditação e relaxamento.


Anuncie com Jornal Noroeste
A caption for the above image.


Veja Também


smartphone

Acesse o melhor conteúdo jornalístico da região através do seu dispositivos, tablets, celulares e televisores.