Reportagem sobre o Bairro Água do Ó é eternizada em quadro e ganha lugar de destaque na comunidade
Peça ficará exposta na tradicional Venda da Água do Ó, em Santa Fé, preservando a memória da reportagem produzida pelo Jornal Noroeste e celebrando a história, a fé e a identidade local.
Nivaldo Ratti, o popular “Baiano”, posa em frente à tradicional Venda da Água do Ó, em Santa Fé, segurando o quadro que eterniza a reportagem sobre o bairro. A peça, que reúne a manchete de capa e a matéria interna, será exposta no local, transformando a história da comunidade em memória viva acessível a todos que passam pelo espaço – Fotos Alex Fernandes França
Uma reportagem que já havia conquistado leitores pela sensibilidade e riqueza de detalhes agora ganha uma nova dimensão: a de memória permanente. Publicada na edição 1784 do Jornal Noroeste, no dia 17 de março de 2026, a matéria especial sobre o bairro Água do Ó, em Santa Fé, foi eternizada em forma de quadro, entregue como presente ao personagem central da história.
O quadro reúne a manchete de capa e a reportagem interna, cuidadosamente emolduradas, transformando o conteúdo jornalístico em um objeto simbólico que preserva a história, a identidade e o sentimento de pertencimento da comunidade.
Na tarde desta terça-feira (31), a reportagem conversou com Nivaldo Ratti, o “Baiano”, responsável pela tradicional Venda da Água do Ó e personagem retratado na matéria. Emocionado, ele relembrou o momento em que recebeu o presente.
“Fiquei muito feliz e surpreso quando, no último domingo, fui presenteado com esse quadro. É algo muito especial. Foi um presente do prefeito Edson Palotta e da vereadora e primeira-dama Viviane. Fiquei muito feliz”, afirmou.
Segundo Baiano, o quadro não será apenas uma lembrança guardada, mas sim uma peça viva da memória local. “Vou guardar para o resto da vida e deixar exposto para que todos vejam”, destacou.
O quadro que eterniza a reportagem sobre a Água do Ó agora integra o ambiente da tradicional Venda da Água do Ó, em Santa Fé. Exposto em local de grande circulação, o material transforma a história retratada em memória permanente, permitindo que moradores e visitantes tenham contato direto com a identidade, a fé e as tradições que marcam o bairro
A repercussão da reportagem também surpreendeu. De acordo com ele, a publicação trouxe visibilidade e reconhecimento. “A repercussão foi enorme e muito positiva. Fiquei famoso”, disse, sorrindo.
Além do agradecimento pelo presente, Baiano fez questão de reconhecer o trabalho do Jornal Noroeste. “Sou muito grato também pela reportagem, pela sensibilidade na escolha da pauta. Contar essa história foi muito importante para nós”, afirmou.
A reportagem que virou memória
Intitulada “Água do Ó reúne fé, natureza e convivência comunitária às margens da PR-458 em Santa Fé”, a matéria destacou um dos cenários mais emblemáticos do interior regional. Localizado a cerca de seis quilômetros do centro urbano, o bairro se caracteriza pela combinação entre natureza preservada, religiosidade e laços comunitários.
Entre os elementos retratados, estão a tradicional venda — com mais de seis décadas de história —, a pequena igreja católica que simboliza a fé dos moradores, os pesqueiros que movimentam o turismo local e a paisagem que encanta visitantes.
Publicada na edição de 17 de março de 2026, a reportagem especial sobre a Água do Ó destacou a força da fé, da natureza e da convivência comunitária às margens da PR-458, em Santa Fé. Veiculada tanto no jornal impresso quanto na versão digital, a matéria ganhou ampla repercussão e, agora, tem sua história eternizada em quadro exposto na tradicional Venda da Água do Ó, reforçando o valor da memória e da identidade local
A reportagem também resgatou memórias do futebol de várzea, das famílias que construíram a comunidade e da relação afetiva dos moradores com o território — aspectos que ajudam a compreender a identidade da Água do Ó.
Do papel à parede: o jornal como memória viva
A transformação da reportagem em quadro representa mais do que uma homenagem individual. Trata-se de um gesto que evidencia o papel do jornalismo como registro histórico e social.
Ao sair das páginas impressas e ganhar espaço na parede, a matéria deixa de ser apenas informação passageira e passa a integrar o cotidiano da comunidade como memória permanente — algo que pode ser visto, lembrado e compartilhado por todos que visitam o local.

Nesse sentido, o quadro simboliza a força da comunicação regional em valorizar histórias simples, mas profundamente significativas. Histórias que, como a da Água do Ó, resistem ao tempo e continuam sendo escritas por quem vive, cuida e acredita no lugar onde está.
E agora, também, eternizadas em moldura.
Confira a reportagem completa:
Água do Ó reúne fé, natureza e convivência comunitária às margens da PR-458 em Santa Fé

