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O branco


Por: Jorge Antonio Salem
Data: 26/02/2026
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O branco aqui nesse artigo, não quero falar da cor, mas usar esse termo “branco” de forma diferente.

Vocês já ouviram falar no termo “deu um branco”? Sim meu caro leitor. Aquele momento em que tentamos lembrar de algo, mas aquilo foge de nossa mente. Ou em aquele momento que precisamos ser criativos em algum momento de nossa vida, mas não vem a informação importante. Aquele momento em que o pintor olha para a tela em branco e não consegue dar cor a tela.

Se você já captou a mensagem, então vamos seguir em nossa conversa.

Essa semana eu estive assim e demorou muito para que eu pudesse escrever para vocês e no branco que estava em minha mente eu justamente resolvi tratar desse assunto com vocês.

Quando coloquei em meu computador a frase: “deu um branco”, apareceu de imediato a informação: “se acalme”, “isso é normal”, “respire fundo”. Nesse momento eu comecei a rir, pois meu “computador” estava preocupado comigo. Na realidade eu estava pesquisando sobre o termo.

Fiz novas pesquisas e daí apareceu outras informações como: “Pode ser entendido como uma metáfora para o vazio, a ausência de sentido pré-definido, ou o momento de angústia diante da liberdade radical de criar o próprio destino”. Ainda outra frase como: “refere-se a um apagão momentâneo de memória”. Caso fosse mais a fundo, teria outros diversos conceitos, dependendo da área pesquisada.

Com isso podemos inferir que mesmo tendo um branco em determinados momentos, podemos fazer com que esse “branco”, se torne informações. Tudo basta que naquele momento a gente tenha paciência e reflita sobre o assunto. Com certeza poderemos criar diversos artigos, pois tudo está dentro de nosso cérebro. Assim também pode ser quando um aluno tem que escrever uma redação ou qualquer texto. Mas, é claro que temos que ter lido sobre determinado assunto, pois em alguma gaveta de nosso cérebro essa mensagem estará armazenada. Vem aí a importância da leitura de livros, revistas e jornais.

São diversas as causa desse apagão temporário ou desse branco. Geralmente ligada ao nervosismo, ansiedade ou exaustão mental, que interfere nas conexões neurais e impede o acesso à memória. Nesses casos, devemos respirar fundo, tentar relaxar e associar o tema a outros assuntos para tentar recuperar a informação. Essas são situações mais simples de resolver.

Temos outros tipos de brancos em nossa vida. O branco existencial, onde pode ser uma metáfora para o vazio. E para discutir esse assunto, teríamos que fazer toda uma tese relacionada, mas não cabe aqui.

Ficaremos apenas com esse vazio temporário que também pode ser um lapso de memória. Caros leitores, vamos todos fazer um exame nesse momento e verificar se isso já ocorreu em nossa vida. Seja na escrita, no trabalho que exercem, onde naquele momento não sabem momentaneamente com executar a atividade, na escola ou ainda em sua família, quando não lembra qual foi sua refeição no dia anterior. Venham em minhas redes sociais e nas do Jornal Noroeste de Nova Esperança, para dar um depoimento. É claro, se nesse momento, vocês não estão passando por esse “branco”!

Jorge Antonio Salem

vida cotidiana


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