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Quais vitaminas ajudam a manter a imunidade em dia no inverno?


Por: Assessoria de Imprensa
Data: 28/08/2026
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Com temperaturas mais baixas e pouca exposição ao sol, cuidados com alimentação e suplementação podem ajudar a manter o bom funcionamento do sistema imunológico

Foto: Divulgação/Magnific

Com a chegada do inverno, o corpo precisa se adaptar às mudanças bruscas de temperatura e à menor exposição ao sol. Nesse período, a incidência de gripes, resfriados e infecções respiratórias aumenta. Para ajudar a manter o sistema imunológico em boas condições, é importante manter uma alimentação equilibrada e garantir a ingestão adequada de vitaminas e nutrientes.

Alguns hábitos simples podem contribuir para o funcionamento das defesas do organismo, seja por meio de uma alimentação rica em nutrientes, seja com suplementação quando houver necessidade e indicação clínica.

“Durante o inverno, alguns fatores da rotina podem favorecer a circulação de vírus e também reduzir a exposição ao sol. Por isso, é importante olhar para a saúde de forma ampla, mantendo uma alimentação equilibrada, bons hábitos de sono e atividades físicas, além de acompanhar os níveis de vitaminas quando houver indicação”, explica o clínico geral Thiago Piccirillo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

O que muda no corpo durante o inverno?

Nos dias frios, é comum permanecermos por mais tempo em ambientes fechados, com pouca ventilação e maior circulação de vírus. A exposição ao sol, responsável pela produção da vitamina D, também diminui. Com isso, além do maior risco de contrair infecções, muitas pessoas relatam baixa energia, queda na disposição e até mudanças no humor.

Principais vitaminas e nutrientes no inverno

Vitamina C: ajuda no funcionamento do sistema imunológico e na absorção do ferro. No inverno, tem papel importante na manutenção das defesas do organismo. A vitamina C está presente em alimentos como goiaba, laranja, acerola, limão e kiwi. Para quem tem dificuldade de manter a ingestão diária de alimentos ricos nesse nutriente, a suplementação pode ser considerada, desde que haja indicação.

Vitamina D: é essencial para a imunidade, a saúde óssea e o equilíbrio emocional. Como sua produção depende da exposição ao sol, é comum que os níveis fiquem baixos no inverno, especialmente em idosos e pessoas que passam muito tempo em ambientes internos. Para algumas pessoas, a suplementação de vitamina D pode ser necessária no período, conforme avaliação profissional.

“A vitamina D merece atenção especial no inverno porque sua produção pelo organismo está relacionada à exposição solar. No entanto, isso não significa que todas as pessoas precisem fazer suplementação. O ideal é avaliar individualmente os níveis da vitamina e a necessidade de reposição” destaca Piccirillo.

Zinco: é um mineral importante para o funcionamento do sistema imunológico e auxilia no desenvolvimento de células de defesa (como linfócitos). Junto à vitamina C, contribui para o funcionamento adequado do organismo diante de vírus e bactérias. Carnes, feijão e nozes são boas fontes de zinco.

Vitamina B: as vitaminas do complexo B participam do metabolismo, da produção de energia e da regulação do sistema nervoso. As vitaminas B6, B9 e B12 ajudam na diferenciação e proliferação das células de defesa. No frio, ajudam a manter a disposição e o equilíbrio emocional, contribuindo para reduzir a sensação de cansaço e as oscilações de humor. Estão presentes em alimentos como carnes, ovos, laticínios e vegetais de folhas escuras.

Suplementação é sempre necessária?

Em qualquer época do ano, o essencial é manter uma alimentação variada e rica em nutrientes e vitaminas. Obter esses nutrientes diretamente de uma alimentação saudável contribui para o funcionamento adequado do organismo e é uma estratégia mais segura do que utilizar suplementos isoladamente.

A suplementação só deve ser considerada quando há uma deficiência diagnosticada em exames ou uma indicação clínica.

“Suplemento não substitui uma alimentação equilibrada e não deve ser utilizado de forma indiscriminada. A necessidade de reposição depende das características de cada pessoa e, quando indicada, deve ser orientada por um profissional de saúde após avaliação clínica e, quando necessário, exames laboratoriais”, alerta o especialista. 

Sobre a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

No Brasil desde 1922, a São Camilo pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, fundada por São Camilo de Lellis. Além de hospitais, conta com Centros de Educação Infantil, Colégios e Centros Universitários. 

As Unidades Pompeia, Santana e Ipiranga fazem parte da Rede de Hospitais de São Paulo, que prestam atendimentos em mais de 60 especialidades e cirurgias de alta complexidade em neurologia, cardiologia, transplantes de fígado e musculoesquelético, cirurgias robótica e bariátrica. Por meio da atuação filantrópica, apoiam na manutenção das atividades de vários Hospitais administrados pela São Camilo no Brasil com atendimento ao SUS. 

A Rede de Hospital São Camilo de São Paulo possui Centro de Oncologia e de Hematologia (Transplantes de Medula Óssea) e tratamento com CAR-T-CELL. Referência em urgência e emergência conta com PS Adulto, Infantil e 60+. Possui a Certificação em nível Diamante da Qmentum Internacional, o Selo Amigo do Idoso e as Certificações PALC e ABHH.


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