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O Circo chegou


Por: Jorge Antonio Salem
Data: 12/02/2026
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Hoje nossa coluna trata de um assunto bem legal. O Circo.

Vocês já assistiram algum espetáculo em circo?

Essa pergunta remete ao meu passado e que agora tenho a oportunidade de relembrar visitas que fiz a diversos circos quando morava em Foz do Iguaçu, mas também a um espetáculo assistido junto com minha família em Nova Esperança, quando minhas filhas eram crianças.

Mas, vamos voltar um pouco mais no tempo.

Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há mais de dois mil anos, todavia, o circo como se conhece hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. Nessa época eram as apresentações em grandes espaços, onde com o passar dos séculos apresentou nova configuração dos locais para os artistas. Foi no século XVIII, na Inglaterra, que surgiu o circo moderno com seu picadeiro circular.

No Brasil começou no século XIX, com famílias e companhias vindas da Europa. Conforme pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, o Brasil possui em torno de 800 circos pequenos, médio e de grande porte, onde existe uma população circense itinerante brasileira de aproximadamente de 20 mil indivíduos.

Quando se fala em circo, podemos lembrar daqueles grandes animais que existiam no passado. Grandes felinos como os leões e tigres, os elefantes, ursos entre tantos outros. Hoje, isso é passado e as atrações focam nos artistas circenses.

O circo com suas diversas modalidades como malabarismo, acrobacias, os palhaços trazendo alegria, as mágica e ilusionismo, os números aéreos com os trapezistas, a música e a iluminação, os figurinos para criar um ambiente de fantasia e emoção para todas as idades, onde a mistura de teatro, dança e entretenimento familiar ocorre através dos artistas habilidosos no picadeiro. Cada circo tem a sua peculiaridade.

Mas, também quero lembrar daqueles que fazem o espetáculo acontecer. Quando as cortinas se abrem e as apresentações se iniciam, muito antes disso, tem muitos trabalhadores que levantam as lonas, que dirigem os caminhões até as cidades levando todo tipo de material para que o espetáculo aconteça. São aqueles trabalhadores que pouco aparecem, mas vendem os convites, os alimentos que serão consumidos sob a lona do circo. São os amigos que cuidam do som, da iluminação, da segurança. São aqueles que ajudam o espetáculo acontecer, mas pouco aparecem ou pouco são notados pelos expectadores. Eles também merecem a nossa citação e respeito.

E você, meu caro leitor. Já foi assistir as apresentações desse novo circo em nossa cidade? Veja que ainda há tempo para isso.

Também lembrei de minha infância, onde as crianças corriam atrás dos carros de som que anunciavam a chegada do circo na cidade. Era o momento de ganhar o ingresso para assistir as apresentações. É claro que o bilhete dava direito a entrar, somente com a presença dos pais que por serem maior de idade, deveriam pagar a entrada.

Agora o meu convite é para vocês apreciarem mais um espetáculo de circo e após a leitura desse artigo, fazer suas reflexões a respeito do tema. Lembrou de outros espetáculos que assistiu no passado? Vamos interagir. Espero vocês nas minhas redes sociais e nas do Jornal Noroeste de Nova Esperança.

Jorge Antonio Salem

vida cotidiana


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